Muitos destaques na vida de uma entidade
(Carlos Casaes e Carla
Maria)
É evidente
de que, em todas as atividades humanas, são contemplados aqueles que, de alguma
sorte, se destacaram. Numa organização que reúne grupos vinculados a
determinada atividade esse fato, da mesma maneira e com mais ênfase, ocorre.
Assim é que se pode identificar com a fundação e as atividades, a partir de
então, da ABRAJET Nacional – Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo. É
o que, com o objetivo de se fazerem conhecidos na atualidade e por justiça,
pretendo, aqui, lembrar de vários nomes que tiveram presença destacada na
entidade, alguns dos quais ainda hoje permanecem em atividade.
Como eu me
refiro no meu quarto livro “Patranhas de
um viajor”, o meu primeiro contato com a atividade do turismo ocorreu em
1976, quando lancei o primeiro número do veículo mensal “GAZETA DA BAHIA TURISMO”, que, por sinal, alguns anos após quando
já conquistara o mercado nacional, e
por esta razão, passou a ser titulado como “GAZETA
DO TURISMO”. Desde então, iniciei um contato e, mesmo relacionamento, com
inúmeros profissionais que já atuavam naquele ramo, em todo o país.
Em Fortaleza, Ceará, os
meus primeiros momentos
O número “1”
da GAZETA foi lançado em agosto 1976, durante a realização de um Congresso da
ABAV (Associação Brasileira de Agentes de Viagem) que ocorreu na capital alencarina. Foi a exata oportunidade em
que fiquei conhecendo a existência de um setor do jornalismo nacional – por
sinal da maior importância – que privilegiava, como objeto do seu patrocínio: o
Turismo.
Naquela
oportunidade, e desde que pisei em solo do Ceará, travei contato com o primeiro
jornalista de Turismo que conheci: IRAN BENEVIDES, cearense que, então,
exercia as funções de assessor, na atividade, do evento nacional. Foi quando,
por acaso, nasceu um relacionamento que iria se identificar durante muitos anos
adiante. Um dos meus especiais amigos no setor profissional. Uma forma curiosa e
hilária como era conhecido o IRAN é que lhe atribuíram o apelido gaiato de “Mala pronta”, em razão de estar sempre
à disposição para qualquer convite de viagem que lhe fosse destinado.
Naquela mesma oportunidade, coincidentemente, conheci e iniciei uma amizade profissional, mas também e principalmente, pessoal, com outro jornalista cearense que sem dúvidas foi um dos mais destacados, à época, profissionais da imprensa no setor. ZÉ MÁRIO, como era fraternalmente tratado (mas cujo nome oficial foi JOSÉ MÁRIO PINTO) abraçou, junto comigo, a causa daquela atividade que começava a se destacar no país. E assim permaneceu, enquanto a vida lhe sorriu. Postado entre aqueles que, hoje, constituem uma expressiva saudade, por conta, sobretudo, da grande admiração que passei a lhes devotar. O ZÈ constituiu-se, no ramo de atividade, como um dos destaques nacionais, então. Da mesma sorte como passou também a figurar naquele contexto a jornalista cearense EDGONI BEZERRA. Ainda hoje ativa. Mas não esquecer, também, do IVONILDO LAVOR, dentre outros.
Não é
possível, igualmente, deixar de mencionar que outros excepcionais colegas e,
sobretudo, amigos, complementaram a equipe de jornalistas de turismo do Ceará.
Assim foi com o querido ANTONIO JOSÉ VIANA OIVEIRA, que ainda hoje convive
conosco diariamente através do nosso “zap”.
Como também o saudosíssimo e nunca esquecido JOSE CARLOS ARAÚJO, que esteve
ativo até há pouco tempo e foi uma das grandes expressões do jornalismo
especializado no pais.
De norte a sul, foram
muitos os que se destacaram
Realmente,
foram muitos os que asseguraram lugar entre os notáveis da profissão, no setor,
por todo este país, com os quais convivi e dividi responsabilidades naquele círculo que nos empolgava, então. Numa
localização, de certo modo, privilegiada, encontra-se o Estado de Rondônia, a
sudoeste da região norte/nordeste com o Amazonas, bem assim a oeste com o Acre
e com a Bolívia, ainda a leste e sudoeste com o Mato Grosso. Sua Capital é
Porto Velho e foi ali que, àquela época, pontificaram na imprensa local o jornalista
CIRO, bem assim o proprietário de um dos veículos impressos locais, EURO
TOURINHO. Foram, sem dúvidas, dois fieis companheiros que deixaram muita
saudade.
Da mesma
sorte, no Amazonas a ABRAJET também pontificou, sobretudo e principalmente
através de um colega, companheiro e querido amigo que foi ARLINDO PORTO. Com o
qual convivemos durante alguns anos. Uma particularidade do ARLINDO, se me
lembro bem, foi que ele, a certa altura, investiu na política, chegando à
condição de suplente de Deputado Federal, tendo, inclusive, assumido o cargo
por algum tempo.
Já em Teresina, no Piauí, dois outros muito
estimados jornalistas foram, da mesma sorte, grande destaque no cenário
nacional do jornalismo de turismo, e com presença expressiva tanto na comunidade
como e principalmente na entidade do setor, a ABRAJET. Foram eles JOSÉ DE
ANCHIETA CORREIA e MÁRIO SOARES. O primeiro, inclusive, chegou a ocupar a
presidência do órgão oficial do turismo no governo do Estado. Companheiros de
eterna memória.
Um outro parceiro que marcou a sua atuação no contexto veio-nos de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Foi o PAULO MACEDO, um dos jornalistas mais destacados daquele Estado. Durante toda a nossa liderança na entidade, ele foi um, dentre vários, por sinal, que manteve um posicionamento de absoluta lealdade. Chegando ao ponto da sua amizade, que deixou Natal, num certo domingo para vir a Salvador participar do funeral do inesquecível irmão HELIO. O que calou definitivamente forte no meu coração.
Não
esqueçamos outro ainda atuante jornalista especializado do Rio Grande do Norte
que é o LITZ MADRUGA, com a sua “Revista
do Turismo”.
O Nordeste foi todo
muito presente
É de se
observar de que toda a região Nordeste marcou uma presença muito forte na vida
da ABRAJET, àquela época. Ao lado de todos os que já foram mencionadas, não
posso deixar de marcar presença forte do, tanto quanto os demais, saudoso WILLYS
LEAL que pontificou no lado do jornalismo do setor com maior presença naquele
Estado da Paraíba, e se constituiu num prestigiado escritor, que, inclusive,
produziu uma das suas obras sobre a Bahia. Também na Paraíba, destaque para
ONALDO, SAULO BARRETO, FERNANDO DUARTE, ROGÉRIO ALMEIDA e DINOÁ.
Já em
Pernambuco, tivemos a forte liderança de AUGUSTO BOUDOUX e CLAUDEMIRA MELLO,
como alguns dos já citados, também já distantes do nosso plano. Nos nossos
dias, impossível deixar de mencionar a vigorosa presença na comunidade dos
companheiros LUIZ FELIPE e RICARDO GUERRA.
Por seu lado, em Alagoas, não podemos deixar de lembrar, da mesma sorte com muita saudade, de CARLOS ALIPIO e JOSUÉ JUNIOR, que foram os primeiros a pontificar naquele Estado, na liderança da ABRAJET como, do mesmo modo, é de evidenciar a presença de ANTÔNIO NOYA, desde então. Hoje e de há muito, temos, pelo menos as figuras de duas das grandes lideranças locais, com IVALDO PINTO DE BARROS e o misto de Procurador do Estado, bem assim, editor de veículo de comunicação, FLÁVIO GOMES DE BARROS, que marcou a ABRAJET em Alagoas, sobretudo com a realização de um dos mais destacados congressos da entidade.
E a Bahia também com
justo destaque
E, ao mencionarmos a Bahia no contexto, impossível deixar de lembrar daquele que foi um dos primeiros jornalistas brasileiros que elegeram o turismo para se constituir em sua principal meta: FERNANDO HUPSEL DE OLIVEIRA. Esse, por sinal, durante longos anos atuou como assessor de comunicação da VARIG. Ao lado dele, e da mesma sorte, lembrar de quem se projetou num especial amigo, EDMUNDO LEMOS. Do mesmo modo o outro muito especial amigo e companheiro, que foi um misto de Engenheiro, jornalista, hoteleiro, fazendeiro, industrial (mantinha fábrica de chocolate em Ilhéus), e comerciante (pois contava com lojas para vender o produto), HANS TOSTA SCHAEPPI. Ainda durante a edição da GAZETA DO TURISMO, revelou-se o não menos querido e amigo DUDA TAWIL, nosso companheiro da GAZETA, em que pontificou no mesmo periódico o fotógrafo HERMES DE CARVALHO.
Da mesma
sorte como não é possível esquecer da participação de BENEH AMORIM, NELSON
ROCHA, SUZETE MAGALHÃES, RAIMUNDO MAZZEI, dentre outros. Tanto quanto ANTÔNIO
ROBERTO PELLEGRINO, meu permanente cunhado, sócio e parceiro, uma das figuras
mais emblemáticas com a qual tive a felicidade de conviver, enquanto vida teve.
Impossível
olvidar a participação do WALFRIDO, que foi o idealizador e realizador de uma
revista, que durante alguns anos esteve em Florianópolis, retornando a Salvador,
onde permaneceu sempre atuante na ABRAJET durante vários anos. A certa altura,
manifestando sempre a sua vocação de “globe troter”, foi para Recife, onde,
algum tempo depois, acometido de violenta moléstia, não resistiu e sucumbiu.
O Centro do país também
investiu na atividade
Quando
exerci presidência da ABRAJET Nacional, tive a oportunidade de promover a
fundação de seccionais em alguns Estados que ainda não participavam do
movimento. Assim ocorreu com o mais jovem estado brasileiro. Foi o que se deve
notar com o mais novo Estado nacional, TOCANTINS que, por sinal, ainda se
encontrava nos seus primeiros momentos de existência.
Contatado
por jornalistas que já ali atuavam nos veículos diários, tive a iniciativa de
aprovar a pretensão dos mesmos, e promovi, então, a fundação da Seccional da ABRAJET
naquele Estado do Tocantins. O que me proporcionou, sobretudo, a feliz
oportunidade de visita-lo por, pelo menos, três oportunidades. A minha sorte
foi que, por consequência, conquistei alguns muitos especiais novos amigos
entre aqueles colegas.
Foi o caso da minha querida e muito especial amiga SUZANA ARAÚJO BARROS que, junto a outros colegas, proporcionaram os eventos que resultaram na fundação da seccional da entidade naquele Estado. SUZANA foi uma – entre inúmeros – colegas do setor que mantiveram um relacionamento pessoal comigo, o qual permanece até hoje, o que muito me envaidece. Junto à SUZANA (eleita, então, como Presidente), outros continuaram no mesmo relacionamento, entre os quais justo que destaque a MARIA ARLETE DE CARVALHO LIMA (1ª. Secretária Geral) que, como a SUZANA, constituiu-se, da mesma sorte e até hoje, especial amiga. Ainda integraram o Comitê de fundação da seccional RAIMUNDO PENAFORTE DIAS (vice-presidente), MARIA ARIENAR DA SILVA (Secretária de Finanças), MARIA HELENA MOURÃO (2ª Secretária Geral), BELMIRO GREGÓRIO DOS SANTOS (Secretário de Assuntos Jurídicos), ANA MARIA PINTO (Secretária de Promoções e Eventos), SILVANA GREICI BEZERRA COSTA (1ª Secretária de Comunicação), THELMA REJANE LIMA ARANHÃO (2ª Secretária de Comunicação) e LAURI MAYER (Secretária de Projetos Especiais).
A ARLETE,
inclusive, reviveu a minha memória, com a informação de que estes citados
acima, sob a presidência da SUZANA, foram integrantes do Comitê de fundação, em
1992, que, da mesma sorte integraram a primeira diretoria que fora empossada no
Palácio Araguaia, em PALMAS, no dia 8 de abril de 1994.
Ainda na região Centro
do país
Não é possível
omitir, na mesma região centro brasileira a posição de Brasília no contexto. Na
capital da nação brasileira, pelo menos dois companheiros merecem absoluto
destaque. Um deles foi o muito saudoso PEDRO TORRE. Sobremaneira atuante,
PEDRO, inclusive desfrutou de uma posição que o marcou durante todo o tempo da
sua atividade como jornalista de turismo: exerceu as funções de “Assessor de
Comunicação da VASP”. Por sinal, sobre o PEDRO, lembro de um momento muito
triste. Num dos Festivais de Turismo de Gramado, do qual sempre participou,
sentiu-se muito mal, o que lhe obrigou, inclusive, a recorrer a assistência
médica. No seu retorno a Brasília eu o acompanhei até o Aeroporto de Porto
Alegre. Lamentavelmente, ele resistiu muito pouco tempo, e se foi.
Dividindo
com o PEDRO a liderança do jornalismo de turismo em Brasília, onde, até hoje,
permanece no setor, o JOSÉ OSÓRIO NAVES, sobre o qual justo reconhecer que se
constituiu numa liderança em todo o Centro-Oeste do pais, pois foi o
responsável pela fundação das seccionais da ABRAJET em Goiás e em Mato Grosso
do Sul.
Também lá no Oeste
A Seccional de Mato Grosso do Sul, à minha época, foi das mais atuantes, sobretudo pela participação, de alguns dos seus associados, como a VERA TILDE que, além de jornalista, desenvolvia função de membro do sistema dos órgãos oficiais da nação voltados para a sua integração no contexto internacional, pelo Itamarati. Junto a ela, outra querida colega, a CELINA PAZIN, como, ainda, PIERRE ADRI e DJALMA LOUBER, bem assim a jovem MARILDA. Mas um outro jovem que iniciava na atividade jornalísticas foi, sem dúvidas e então o destaque maior naquele Estado. Falo do ARIOSTO MESQUITA.
Ariosto,
embora ainda muito jovem, já pontificou na imprensa daquele Estado com desusada
inteligência. Transferindo toda a sua ação para a própria ABRAJET, que ajudou a
fundar. Junto aos anteriormente citados, promoveu eventos muito importantes que
se destacaram em toda a atividade da seccional mato-grossense. Justo que
lembre, também, ter sido ele o maior articulador, ao lado dos demais
companheiros, da realização em Campo Grande de uma muito especial “NOITE DE
GALA DO TURISMO BRASILEIRO”, em que foram homenageados, com a contemplação do
troféu clássico CATAVENTO DE PRATA, os melhores do turismo daquele Estado.
Mas o Estado
de Goiás, no Centro-Oeste, também teve a sua Seccional da ABRAJET a qual, por
sinal, foi fundada e teve como o seu primeiro presidente o jornalista ARTHUR
REZENDE, que exercia, inclusive, a condição do mais destacado colunista social
daquela época, no Estado.
O Espírito Santo também
fez história
No centro leste
do país, o Espírito Santo, da mesma sorte que os anteriores, integrou-se à
história da entidade, em cujo contexto a memória ainda aguçada me informa de
que dois nomes, então, foram justo destaque no Estado. Refiro-me ao ITAMAR
GURGEL, que também o encontrei muitos anos depois participando dos Festivais de
Gramado.
O outro
parceiro de então foi o MARCELO COTS. Sobre o Marcelo, um episódio, conquanto
destacado, figura como um penosa lembrança, o que vai, do mesmo modo, relatado
no livro já mencionado aqui. Retornava eu de uma das tantas viagens à Europa e
ao chegar em casa, fui informado por TEREZA de que o MARCELO me havia
telefonado e solicitou de que, logo ao meu retorno eu o contatasse, pois tinha
uma importante notícia, que exigia urgência, para me passar. Lógico,
imediatamente liguei para ele, quando me informou a trágica notícia de que o
MILTON PARNES, querido amigo de eterna memória, havia falecido em Vitória, mas
que o seu funeral ocorreria no dia seguinte, um domingo, no Cemitério Israelita
no Rio de Janeiro. O que me fez, na manhã do domingo, cedo, alçar um avião e ir
me despedir do eterno amigo.
Na mesma região, MINAS
GERAIS
Na mesma
região, encontra-se o Estado de Minas Gerais, onde, como os anteriores e os que
se seguem, desfrutou de uma atividade intensa da ABRAJET, àquela época que está
sendo enfocada. Ainda permanecem na memória, como integrantes da entidade CICI
SANTOS, ANTONIO CLARET GUERRA, ÊNIO FONSECA, LUIS GÓES, ELDER MONTEIRO DE
CASTRO e o meu, da mesma sorte, inesquecível e grande amigo JOÃO UCHOA CAMARÃO.
Camarão teve a oportunidade, inclusive, de protagonizar alguns episódios que
ficam incluídos definitivamente na história da entidade.
Um dos
episódios que foi proporcionado pela entidade de Minas Gerais, quando sob a
égide do saudoso CAMARÃO, foi a participação num determinado evento que ocorreu
em Belo Horizonte e ao qual estiveram inúmeros integrantes da entidade. Depois
do evento, o CAMARÃO nos proporcionou uma extensão a Pirapora. Em cuja cidade,
ao lado de sermos homenageados com um jantar pelas autoridades locais,
lideradas pelo Prefeito, nos foi propiciada viagem numa das embarcações
tradicionais das carrancas, ainda atuantes, então.
Não é possível, da mesma sorte, esquecer do SÉRGIO NEVES, que pontilhou com destaque à sua época. Já hoje, quem se encontra em atividade intensa, inclusive com O seu “Minas Turismo Gerais”, é o querido SÉRGIO MOREIRA, prestando um serviço dos mais positivos para a atividade em todo o pais.
O Rio de Janeiro, onde tudo começou
Quanto ao
Rio de Janeiro, há um fato sobremaneira interessante, porquanto a ABRAJET ali
nasceu, mas com uma entidade estadual, porque, nos demais Estados, existiam as
suas locais também (aliás, vale lembrar que essa história está também contada
no meu livro já citado). Então, destaque para os seus integrantes de então,
dentre eles, Fernando Hupsel de Oliveira que, depois, veio figurar na entidade
da Bahia. A ABRAJET nacional (leia-se no livro) foi fundada em Salvador.
Mas há um
equívoco de que muitos partilham. A ABRAJET fundada no Rio de Janeiro era uma
entidade estadual, pois existiam entidade regionais em todos os Estados, como a
JOTESP em São Paulo, AJOTECE no Ceará, AJOTAL em Alagoas, AJOTEBA na Bahia,
AJOTUR no Rio Grande do Sul e demais. A entidade realmente N A C I O N A L foi
fundada aqui em Salvador, no Primeiro Encontro Nacional dos Jornalistas de
Turismo, que se realizou no Hotel Méridien, por minha iniciativa. Daquele
encontro, participaram representações das diversas entidades estaduais,
inclusive o CLORIVALDO ARAÚJO CASTRO, que era o Presidente da ABRAJET do Rio de
Janeiro. Por conta do que, como ele apoiou a nacionalização, foi contemplado
com a primeira Presidência Nacional. E,
por ser repetitivo, história que se encontra detalhada e evidenciada no meu
livro.
Já na etapa nacional, vale lembrar, do Rio de Janeiro, vários companheiros daquela época, como DIRCEU EZEQUIEL, que foi editor de Turismo do Jornal do Comércio e realizador do prêmio “PIT de Turismo”, a inefável JOANA PALHARES, ROBERTO AZEVEDO, ROQUE ALMEIDA (baiano, por sinal, e que foi meu colega no Colégio Central), CARLOS VASILCOVSKi (outro baiano) LUIZ ALÍPIO DE BARROS, MAGDALA CASTRO (editora de uma revista de turismo), e os saudosíssimos HELIO LIMA DUARTE e MILTON PARNES, além do nosso parceiro da “Confraria”, o luso-brasileiro ARNALDO MARTINS MOREIRA.
SÃO PAULO também desde os primórdios
São Paulo,
outro Estado, de então que também teve papel fundamental na história da
ABRAJET, destacando alguns dos seus principais jornalistas especializados na
matéria, turismo. Dentre inúmeros, impossível esquecer de PAULO MATOS, por
exemplo, que chegou a presidir a entidade nacional. Também ali, menção especial
para JOSÉ GUILHERMO ALCORTA – fundador da prestigiada revista PANROTAS, VININHA
DE MORAIS, ELZA, também editora de revista de turismo, o Inefável DONÂNGELO e o
sempre querido OSIRIS DE PAULA.
Aí vem o pessoal dos
três Estados do sul
Não posso
deixar de iniciar a referência aos abrajetianos do Paraná, sem mencionar que
ali esteve também um dos meus mais queridos “irmãos”, ANTÔNIO DE SENIVAL SILVA,
parceiro de tantas andanças. O qual figurou ao lado de outros companheiros, a
exemplo de DAYSE REGINA FERREIRA (que, por muitos anos, foi correspondente, no
Estado, da “GAZETA DO TURISMO”), outro saudoso companheiro IVES ASSIS
CHEVALIER, e mais, ALMIR DE LARA, LUIZ JULIO ZARUQUE, a atuante ROSI SÁ
CARDOSO, dos que se encontram na lembrança.
Claro que na ordem geográfica vem Santa Catarina. Naquele Estado, não é possível deixar de destacar a queridíssima NELCI ARNHOLD, que foi uma permanente companheira durante todo o tempo em que estivemos na ativa da entidade. Da mesma sorte, de saudosíssima saudade. Lembrados, tanto quanto, o NAGEL MELLO, o MANOEL TIMÓTEO – apelidado também do “Manezinho da ilha” - MOACYR PEREIRA, não olvidando, igualmente, o vozeirão do estimado CIRO.
Logicamente, na sequência, o vigor – até hoje – do Rio Grande do Sul, onde lá também, conservo valiosíssimas amizades com as quais convivo praticamente na rotina dos contatos diários do “zap”. La na distância atuaram muitos, a exemplo do RENATO BRENOLL, desde a AJOTUR, da mesma sorte como a AURA CAMPOS (a querida mãe da NENECA - a nossa MARIA HORDALIA CARDOSO), NENECA, que ainda está também como uma das queridas parceiras da Confraria Brasileira de Jornalistas de Turismo), ANDRÉ MALHADO BEHS, VITOR MORAES, LEILA PAIXÃO WEBER, AYRES CERUTTI, HUG HAMMES, MARCO ANTÔNIO BIRNFELD, MÔNICA O’MAY, CAROLA NABARRO, NESTOR GOLLO. A entidade gaúcha foi fundada em 16 de abril de 1985, passando a ser transformada em seccional da ABRAJET em 1985. Ainda integrantes da nossa Confraria no Estado, não esquecer de JOSÉ CARLOS D’AVILA e MARISA, esta sucessora do inesquecível WILSON SIERRA.
Deixei para uma referência em destaque aquela que permanece como uma das minhas mais queridas amigas, da mesma sorte integrante do grupo da Confraria. Já há dezenas de anos que mantemos um relacionamento da maior amizade, incluindo o seu esposo, o nosso fotógrafo preferido. Não bastasse tanta demonstração de apreço, JUREMA JOSEFA têm-me contemplado com a expressiva alegria de aqui ter, especialmente, estado nas comemorações dos meus 80 e 90 anos. É uma dos nossos contatos diários. No particular, lembrar de que, também, me contemplaram com aquela especial distinção, os queridos colegas e amigos IVALDO e FLÁVIO, de Alagoas, como também o luso-brasileiro ARNALDO.
Deixo estas
considerações e referências para a posteridade, se, de alguma sorte, puder
contribuir para elucidações.




















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